25 setembro 2013

Diabetes em crianças: Tratamento para diabetes em criança

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Diabetes em crianças! criança assim que começa a colocar em prática as rotinas de cuidados com sua saúde; percebe em casa na escola na vida social que em muitos aspectos, é diferente das outras, pois precisa privar-se de diversos alimentos, se isso já é difícil para um diabético adulto, para ela é quase uma impossibilidade apesar disso, geralmente mostra uma extrema capacidade de adaptação e toma os cuidados adequados.

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Tratamento para diabetes em criança

                                      Sobre o diabetes

  O diabete melito é caracterizado por níveis elevados da glicose no sangue (hiperglicemia),
Já o diabetes insípido ocorre por uma deficiência do hormônio antidiurético. Quando os endocrinologistas utilizam apenas o termo diabetes melito.

  A doença pode surgir devido à falta ou ausência de insulina no organismo, que é o principal hormônio produzido pelo pâncreas e o responsável pela regulação do metabolismo da glicose. Conhecido como diabetes tipo 1, esse desequilíbrio acaba provocando o acumulo de açúcar no sangue.

Outro motivo que pode contribuir para a manifestação da doença é a resistência e a insulina. Nesse caso, o diabetes é chamado de tipo 2, e os níveis desse hormônio pode até estar elevado. 

                                          Alerta
O principal objetivo do tratamento de diabetes é normalizar o açúcar no sangue. Para isso é preciso um equilíbrio entre dieta, exercícios físicos e também medicação. Ainda assim a pessoa pode apresentar hipoglicemia (queda excessiva de açúcar no sangue) ou hiperglicemia (aumento da taxa de glicose no sangue). Os professores e os pais precisam estar atentos para os sintomas da hipoglicemia que é a maior urgência para os diabéticos.

Os sinais podem ser diferentes cada vez que acontece uma hipoglicemia e vão desde tonturas e desorientação até á fome súbita. Em crianças com menos de três anos, o mau comportamento e esquisitices podem demonstrar que a glicose no sangue está baixa. Crianças muito pequenas não podem dizer quando estão se sentindo mal. Então é necessário ficar vigilante sempre para poder perceber qualquer sinal de advertência.

Ao detectar o sintoma deve-se ingerir algum alimento doce, suco de frutas ou refrigerante. Se após dez minutos os sintomas não melhorarem, beba água com açúcar, comer chocolate, uma bala ou tabletes de glicose.

O alimento deve ser dado quando o diabético estiver consciente e for capaz de engolir, nunca quando estiver inconsciente. Quando o diabético estiver inconsciente, deve-se colocar na boca, no lado inteiro da bochecha, açúcar ou mel. Friccione a parte interna da bochecha para facilitar a absorção. Essas medidas devem ser imediatas.

Comportamento de pais e professores
1- O policiamento em cima da criança, querendo saber o que ela comeu ou deixou de comer, é uma perseguição. As crianças respondem irritadas na medida em que tentam fugir de tantos inquéritos, perguntas ou recriminações.

2- Em muitos casos, a principal causa dos distúrbios emocionais é a atitude doa pais. O sentimento de culpa pela herança genética leva-os a assumir conduta excessivamente protecionista tornando os filhos dependentes. Outras vezes, as relações da criança traduzem a indiferença dos pais pela sua saúde ou a atitude de franca rejeição. 

3- Quanto mais cedo a criança puder fazer a auto aplicação e  monitorização, maior será o processo de independência e conscientização dela. 

4- Somente com paciência, dedicação e conhecimento há a capacidade de superar as dificuldades que surgem em nosso dia-a-dia. A criança e os adolescentes diabéticos bem controlados podem fazer tudo que uma pessoa não diabética faz: Brincar, trabalhar, divertir-se, fazer esporte e estudar também.

Um recado para a escola
Na escola á emergência é a hipoglicemia, por isso os alunos e os profissionais do estabelecimento devem saber que atitudes tomar caso ela ocorra. Informem-se e informe os demais sobre quem tem diabetes, o que essa doença é e como proceder em caso de baixa de glicose. A queda excessiva de açúcar no sangue pode afetar, por mais ou menos uma hora após ser tratada.

A capacidade de crianças aprenderem, no período em que a glicose está baixa, não é o período de o aluno fazer uma prova importante ou ter que apresentar um trabalho. Essa é uma razão importante para conversar com um diabético.

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